sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Os diferentes tipos de cansaço no skate

Andar de skate é uma atividade física intensa e desgastante apesar de ser extremamente prazeroso. A rotina de vida da maioria dos skatistas geralmente é muito intensa, escola, trabalho, trânsito, viagens, e tudo isso somado pode acabar gerando um cansaço exagerado na hora de manobrar. Hoje falaremos sobre as diferentes formas de cansaço que um skatista acaba enfrentando em sua rotina.
O cansaço central, também conhecido como estafa, é muito mais mental, ou um acúmulo de atividades físicas (Skate por exemplo) ou não , responsabilidades, que nos deixa extremamente cansados. Cansar após um dia puxado de skate e trabalho, por exemplo, é normal. Nem por isso, nos pede menos atenção. Porque a fadiga se não tiver a recuperação necessária pode levar a problemas como insônia, perda de memória e de foco, dificuldades para executar as manobras e nas atividades do dia a dia.
Já o cansaço periférico é o cansaço físico, que acomete um ou mais grupos musculares, traz uma dor específica, uma fraqueza muscular, algo que foi muito exigido em uma sessão de skate, por exemplo. A dor física é sempre consequência de um cansaço periférico que pode ou não ter gerado uma lesão.
Algumas dicas podem ajudar a minimizar ou até resolver estes problemas, a primeira é identificar o tipo de cansaço que você está sentindo, a segunda é investir na sua saúde com momentos de descanso, medite, alongue, durma bem. Aproveite para se alimentar melhor e manter o corpo sempre hidratado.
O uso de suplementos também é indicado mas para isso consulte um nutricionista e explique para ele os seus sintomas.
Seu descanso é tão importante quanto passar o dia tentando aprender uma manobra nova, aprenda a conciliar os dois de forma eficaz para melhorar seu desempenho no skate e aumentar sua longevidade sobre o carrinho.
Lembre-se: ande de skate, evolua e divirta-se.

sábado, 6 de outubro de 2018

Fratura da clavícula no skate

A fratura de clavícula é um problema muito comum em skatistas. Provoca muita dor ao se tentar movimentar o braço afetado, inchaço e até deformação no local. Geralmente é causada por quedas sobre o ombro ou traumas direto na região da clavícula.
O tratamento para a fratura da clavícula depende do tipo de fratura, mas normalmente é feito com a imobilização do braço sem utilização de gesso, para manter a estabilidade da clavícula.
A imobilização ocorre no braço do lado da clavícula afetada com uma tipóia imobilizadora, para permitir que a clavícula se mantenha no local correto, acelerando a cicatrização do osso.
 Nos casos mais graves, em que a clavícula partiu em vários pontos ou ficou exposta, pode ser necessário fazer cirurgia para colocar pequenos estabilizadores de metal no osso para fixar os pequenos pedaços de osso e permitir a recuperação.
A fisioterapia é parte importante no processo, com trabalhos para ganho de flexibilidade, mobilidade e força além do trabalho de transição para voltar a andar de skate com segurança.
 Cuidar do seu corpo é cuidar de você e prolongar sua vida útil sobre o skate.
 Lembre-se: ande de skate, evolua e divirta-se.

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

Fraturas por estresse no skate

Com o aumento absurdo do número de praticantes de skate, as fraturas de estresse, têm se tornado uma lesão cada vez mais comuns entre skatistas. Quando andamos de skate, existe sempre um certo grau de destruição tecidual que, logo em seguida, durante o período de repouso (ou regenerativo) é compensado por produção de matriz extra celular.
Em outras palavras, durante o repouso, o organismo refaz os tecidos, tendões, músculos e ossos, de maneira que se tornem mais fortes, preparando-os cada vez mais para as exigências do skate.
Quando andamos de skate, existe sempre um certo grau de destruição tecidual que, logo em seguida, durante o período de repouso (ou regenerativo) é compensado por produção de matriz extra celular. Em suma, durante o repouso, o organismo refaz os tecidos, tendões, músculos e ossos, de maneira que se tornem mais fortes, preparando-os cada vez mais para as exigências do skate.
Para que este ciclo de destruição/reconstrução seja convertido em ganho de performance, deve haver equilíbrio, que é chamado em medicina esportiva de super-compensação. Porém, quando existe desequilíbrio e a destruição é maior, pode-se desenvolver lesões. As fraturas de estresse podem se originar de um aumento muito rápido da intensidade, volume ou mesmo de uma mudança de local onde ocorrem as sessões de skate.
Os ossos não são feitos para absorver muita energia e os músculos agem como absorventes de choque adicionais. Mas, quando os músculos se tornam cansados e param de absorver a maioria da energia, as quantidades mais altas de choque vão para os ossos. O osso envolvido é submetido a uma carga excessiva sem o devido respeito aos princípios de progressão e repouso, e inicia-se uma fratura da parte mais interna do osso (trabéculas ósseas), que, se não tratado, pode progredir para uma fratura completa.
A fratura por estresse, na verdade, faz parte de uma síndrome maior provocada pelo overtrainning (treino acima dos limites fisicos). Fatores como a densidade mineral óssea, níveis hormonais que ligados ao overtraining como o indice testosterone/cortisol, carências vitamínicas, má alimentação, uso de determinadas medicações, estão por trás de uma baixa regeneração tecidual, levando a repetição dessas lesões.
Em outras palavras: muitas vezes, as sessões de skate não são os “vilões” das história, mas sim o metabolismo do skatista. Sanadas as possíveis alterações metabólicas e funcionais (força e equilíbrio musculares, tipo de pisada), o retorno ao skate deve ser gradual e multidisciplinar.
Lembre-se: ande de skate, evolua e divirta-se.

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Lesões muscular no skate

Durante a sessão de skate você já sentiu a sensação de uma pedrada na panturrilha? Ou então, sentiu como se a musculatura posterior de coxa estivesse sendo rasgado? Essas sensações são muito comuns em quem anda de skate e são características de lesão no músculo, quando suas fibras sofrem ruptura. Apesar da dor, não se desespere. É possível reverter esse quadro de uma maneira simples.
O primeiro “impulso” ao sentir uma dor é de querer alongar a musculatura. Porém, o alongamento nem sempre é inofensivo, e esse é um dos momentos em que ele vai piorar o quadro ao invés de ajudar. Imagine uma corda sendo cortada ao meio. É mais ou menos isso que acontece com o músculo em um momento de lesão. Por isso, ao sentir uma dor muscular não alongue antes de ter um diagnóstico médico sobre o que realmente está acontecendo. Outro ponto importante está no repouso, o músculo precisa de tempo para cicatrizar. Após esse período de descanso será o momento ideal para fortalecer e melhorar a mecânica das manobras.
Em alguns casos, após o diagnóstico médico, o tratamento para a lesão muscular é através da fisioterapia. Ela ajudará a recuperação ser mais rápida através de técnicas de eletroterapia e a dar uma boa qualidade de cicatrização ao músculo machucado. Isso acelera seu retorno ao skate e minimiza o risco de novas lesões musculares no mesmo local, o que acaba acontecendo quando o tratamento não é eficaz agravando ainda mais a situação.
A prevenção é sempre o melhor remédio por isso a preparação física é muito importante para todos os skatistas, indiferente do nível técnico ou do tempo de skate. Em caso de lesão sempre procure um médico.
Lembre-se: ande de skate, evolua e divirta-se.

sexta-feira, 14 de setembro de 2018

DOMS no Skate

Se você anda de skate a muito ou pouco tempo, indiferente do nível técnico, provavelmente você já sentiu a DOMS. Depois de andar de skate é muito comum os skatistas sentirem dores ou rigidez musculares , e isso é uma consequência normal do skate. Na maioria dos casos, é leve, iniciando no fim ou logo após o término da sessão e com duração de 24 a 48h. Mas, às vezes, a dor pode ser intensa e prolongada começando na manhã seguinte e durando até três ou quatro dias,essa dor muscular de início tardio é a DOMS.
A DOMS é um tipo mais raro de dor e ocorre após sessões que são longos ou intensas e isso difere entre os skatistas, mas para iniciantes e para aqueles que estão retornando ao skate após algum tempo parado, praticamente qualquer sessão é intensa, e é por isso que a DOMS ocorre com mais frequência e é mais grave no início, quando começamos a andar.
Uma certa quantidade de DOMS é inevitável em skatistas iniciantes e pode estar associada ao processo inflamatório decorrente da ação proteolítica de degradação e reparo da fibra muscular, além de fazer parte de processo adaptativo fisiológico da fibra muscular.
Medicamentos para a dor, proporcionam alívio temporário da dor muscular; no entanto, você nunca deve recorrer a eles sem orientação médica. Além disso, o exercício em si é analgésico, portanto você provavelmente obterá algum alívio em uma sessão leve de recuperação, só remando por exemplo.
Se a dor persistir (ou piorar) por mais de sete dias, consulte um médico do esporte. Você pode ter uma lesão que requer alguma fisioterapia ou outro tratamento.
Em breve postaremos algumas dicas de como aliviar as DOMS, fiquem ligados.
Lembre-se: ande de skate, evolua e divirta-se.